Ricardo van Steen

Inspirado por nomes como Athos Bulcão, Hércules Barsotti, Willys de Castro e Burle Marx, Ricardo traduz estruturas modernistas em repetições gráficas que ganham novas camadas, texturas e suportes. A natureza brasileira também entra em cena: cipós viram tramas, folhagens se tornam listras, e paisagens ganham escala de gravura, como no painel Brasilianas - uma peça que sintetiza arte moderna, gravura antiga, manipulação digital e inteligência artificial. Ricardo imaginou um padrão de escala ampliada e ao conversar com o fotógrafo e paisagista André Paoliello, teve acesso a imagens de paredões de mata, que tratou digitalmente até alcançar uma textura que remetesse à gravura.
O resultado é uma coleção afetiva, vibrante e sofisticada. São papéis de parede que combinam design, arte e emoção — e resgatam, com beleza e liberdade, o prazer de olhar para as paredes como superfícies vivas.












